3:30 da madrugada, em uma casa pequena, amarela, com janelas e portas de madeira envernizadas, toca o telefone, um senhor, de aparência de uns 38 a 40 anos, olhos castanhos escuros, cabelos pretos e com o rosto um pouco inchado pelo sono, se inclina para atender o telefone no criado mudo ao lado da cama, ao atender o telefone fala em um tom um pouco mal humorado e sonolento:
--Pronto.
--E o Sr. Martin? --pergunta uma voz rouca.
--Sim -responde –responde o Sr. Martin, reconhecendo a voz do delegado do gabinete de policia.
--Aqui, é o delegado Tullyo, temos um novo caso para o Sr.
--Ah! Sim senhor, já estou indo --Disse Martim levantando da cama em um pulo, acordando sua mulher sem quere, ela aparentava de 34 a 35 anos, bem conservada, tinha cabelos compridos e escuros, olhos castanhos claros, quase mel.
--Vai sair de novo? --disse ela ainda sem pensar direito pelo sono.
--Sim, querida, tenho um novo caso – disse ele fechando a cara, e voltando para o telefone.
--Onde que é Sr.?
--Rua dos Palmares, com a Fernão Dias, quando você chegar aqui te passo mais detalhes.
Martin desligou o telefone e foi correndo para o banheiro, para fazer sua higiene pessoal, voltando para o guarda roupa onde pegou uma calça jeans qualquer, e uma camisa branca, se vestiu rapidamente, desceu as escadas pegou a chave do carro correu para a garagem, entrou no carro, um Corola prata, e saiu para a cena do crime.
segunda-feira, 19 de novembro de 2007
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